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Hilary Clinton venceu as primárias do Partido Democrata, no New Hampshire, nos Estados Unidos. A senadora de Nova Iorque recuperou o terreno perdido face ao concorrente Barack Obama que venceu as primeiras primárias no Iowa. Estas eleições são consideradas decisivas devido ao efeito de contágio. Os analistas afirmam que tradicionalmente o vencedor no New Hampshire deverá ser o escolhido para concorrer às presidenciais de novembro.
Hillary Clinton apresenta-se como a candidata da experiência e ser a primeira mulher presidente dos Estados Unidos. No discurso de vitória, Clinton criticou George W. Bush, acusando-o de governar para as grandes empresas farmacêuticas, petrolíferas e seguradoras. Todos os jornais dos Estados Unidos declaram que a vitoria de Hilary foi graças às mulheres, que unidas no voto derrotaram, masssacraram Obama!!!
Tania Rocha

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10:34:14
O Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB criará oficinas de formação política de mulheres candidatas para preparar as representantes da agremiação para a disputa de mandatos eletivos. A decisão foi tomada em recente encontro do PSDB-Mulher, realizada em Brasília. O secretariado Nacional do PSDB Mulher reuniu representantes do partido nos estados com o objetivo de buscar o fortalecimento da base de mulheres em todo o país. O Piauí foi representado na reunião pela advogada Francisca Ramos e pela professora Leni Borges.
Conforme a presidente do PSDB Mulher, deputada federal Thelma de Oliveira, o partido está programando uma série de incursões aos estados para a instalação das oficinas. A programação começa exatamente pelo Nordeste a partir da segunda semana de fevereiro. Além das oficinas de formação política o PSDB Mulher pretende promover seminários regionais dirigidos especificamente para as mulheres que pretendem ser candidatas nas eleições de 2008. O PSDB de Teresina, que é presidido por uma mulher, a assistente social Mirian Nogueira, deverá organizar o evento.
Fonte: Cidade Verde

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11:44:29
O fato de ser mulher não foi determinante para Cristina Fernández de Kirchner eleger-se presidente na Argentina. No entanto, a relevância da questão de gênero em sua vitória divide as opiniões de analistas políticos. Se por um lado acreditam que não foi significativa já que a segunda candidata mais votada foi Elisa Carrió, outra mulher, por outro lado reiteram que há uma importância, mesmo que simbólica, na escolha de uma representante feminina para o cargo mais alto do poder na Argentina.
"Não acho que o fato do candidato ser homem ou mulher seja hoje uma questão diferencial real, mas simbolicamente é interessante, até porque ainda há poucas presidentes mulheres", considera a cientista social Sônia De Camargo, do Instituto de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Para o historiador argentino Osvaldo Coggiola, professor da Universidade de São Paulo (USP), o aumento do número de mulheres políticas "é um processo mundial, elas têm ascendido no mercado de trabalho, na sociedade de um modo geral". Coggiola citou a presidente chilena Michelle Bachelet, a pré-candidata à Presidência dos Estados Unidos Hilary Clinton, a ex-candidata presidencial francesa Ségolène Royal e recordou-se de Indira Gandhi, primeira mulher a ocupar o cargo de chefe de Governo indiano (entre 1966 e 1977, e outra vez de 1980 a 1984). "Uma presidente mulher já não chega a ser novidade", afirmou.
Embora concorde com Coggiola em que já não é algo tão inusitado a eleição de uma mulher para chefe de Estado, Sonia acredita que ainda há um peso simbólico na escolha de um representante do sexo feminino para o cargo. A cientista social ressalta que na América Latina havia até então apenas uma presidente do sexo feminino, e "é interessante que haja mais mulheres nas reuniões de chefes de Estado da região". Para a analista da PUC-Rio, Cristina é uma personagem polêmica, de grande visibilidade, e embora tenha uma postura política firme, "expressa muito de seus traços femininos". "Cristina ganhou porque se chama Kirchner, queria ver se fosse González", brincou o historiador Coggiola. Nisso Sônia concorda: "Ela está aí, foi votada, porque tinha todo o pessoal do Néstor Kirchner (esposo de Cristina) que queria mantê-lo no poder. Foi uma estratégia política perfeita da parte do presidente".
Cristina Fernández de Kirchner, ex-senadora pela província de Buenos Aires e primeira-dama, foi eleita presidente no último 28 de outubro, com cerca de 45% dos votos - em um país em que 30% dos eleitores declararam que jamais votariam numa candidata feminina. Cristina torna-se assim a primeira mulher eleita presidente na Argentina. O país já foi governado, entre 1974 e 76, por Isabelita Perón, que assumiu o cargo após a morte do marido, Juan Domingo Perón.
Fonte: ANSA

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15:20:16
Em sessão solene do Congresso em homenagem ao Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher, celebrado em 25 de novembro, deputadas e senadoras cobraram, nesta quarta-feira, medidas para combater de forma mais efetiva crimes como o ocorrido no interior do Pará contra uma menina de 15 anos que ficou presa em uma cela com 20 homens. Uma das autoras do requerimento para a realização da audiência, a deputada Rebecca Garcia (PP-AM) lembrou que a cidade de Abaetetuba, onde a menina foi presa e submetida a violência sexual pelos detentos, tem uma juíza, uma promotora e uma delegada e fica em um estado governado por uma mulher.
"Isso não impediu que o crime continuasse por quase um mês inteiro", lembrou. Segundo ela, o Brasil precisa mostrar de forma bem clara que a tolerância a atrocidades como essa é zero e que os culpados devem ser punidos exemplarmente. O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, também manifestou indignação com o caso ocorrido no Pará. De acordo com ele, a situação, que qualificou de revoltante, "é uma prova cabal de como as mulheres são vítimas da violência".
De acordo com a deputada Rita Camata (PMDB-ES), também autora do requerimento para a homenagem, a sanção da Lei Maria da Penha (11.340/06), que pune com mais rigor a violência doméstica, foi um passo fundamental, mas a "lógica da submissão feminina" se altera em ritmo bastante lento. Como exemplo, ela citou a sentença de um juiz que considera a Lei Maria da Penha "um mostrengo tinhoso" e "um conjunto de regras diabólicas" contra um mundo que, segundo ele, deve continuar sendo masculino.
A restrição do espaço para a mulher na política é também uma forma de violência, disse a deputada. "Ainda hoje mecanismos são constantemente utilizados para impedir que a participação política das mulheres se dê em consonância com a composição da sociedade brasileira", ressaltou. Mesmo sendo mais da metade da população, afirmou Rita Camata, as mulheres não ocupam nem 10% da Câmara e têm apenas 10 das 81 cadeiras do Senado. O 1º vice-presidente do Congresso Nacional e da Câmara, deputado Narcio Rodrigues (PSDB-MG), presidiu a sessão e lembrou a importância da Lei Maria da Penha no combate à impunidade.
Participantes
Também ressaltaram a importância do combate à violência doméstica e repudiaram o crime no Pará as deputadas Fátima Bezerra (PT-RN), Nilmar Ruiz (DEM-TO), Jô Moraes (PCdoB-MG), Íris de Araújo (PMDB-GO), Janete Rocha Pietá (PT-SP) e Gorete Pereira (PR-CE); e as senadoras Serys Slhessarenko (PT-MT), Marisa Serrano (PSDB-MS), Roseana Sarney (PMDB-MA) e Lúcia Vânia (PSDB-GO). Os deputados Neilton Mulim (PR-RJ), Dr. Paulo César (PR-RJ), Michel Temer (PMDB-SP) e Vicentinho (PT-SP) prestaram homenagens às mulheres vítimas da violência.
O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher foi instituído em homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Tereza Mirabal, assassinadas em 25 de novembro de 1960 na República Dominicana, durante a ditadura de Rafael Trujillo. A data faz parte da campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, realizada desde 1991 em 135 países.
Fonte: Portal da Camara

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17:06:44
A socióloga Maria José Lopes Souza, a Zéza, da Rede Mulher de Educação de São Paulo, proferiu na manhã da última segunda-feira, 19, uma palestra intitulada "A mulher e o Poder” sobre o poder e o empoderamento das mulheres. Durante o evento, Zéza, que proferiu a palestra num gesto voluntário, lembrou do período em que João Capiberibe esteve à frente do governo do estado, falou das conquistas para todos os segmentos sociais obtidas naquele período e disse que estava ali participando em nome das idéias socialistas do Amapá, às quais ele se filia.
A socióloga procura trabalhar em sua explanação questões relevantes sobre a liderança feminina. Ela situa os problemas que as mulheres enfrentam na política, o ambiente competitivo ditado pela sociedade baseada no patriarcado, e as dificuldades de relacionamento que se estabelecem entre as mulheres como conseqüência de sua formação cultural O evento, que privilegia a participação de todas as mulheres da audiência, aconteceu na sede do Diretório Estadual do partido e contou com o apoio do gabinete da deputada Janete Capiberibe. Participaram as pré-candidatas, as mulheres militantes socialistas e simpatizantes do partido. A idéia principal é preparar as mulheres socialistas para o seu ingresso na política eleitoral e cumprir a meta de lançar 30% de candidatas do sexo feminino nas próximas eleições municipais.
Letícia Barros,
Assessoria de Comunicação PSB/AP

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15:49:48