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Hilary Clinton venceu as primárias do Partido Democrata, no New Hampshire, nos Estados Unidos. A senadora de Nova Iorque recuperou o terreno perdido face ao concorrente Barack Obama que venceu as primeiras primárias no Iowa. Estas eleições são consideradas decisivas devido ao efeito de contágio. Os analistas afirmam que tradicionalmente o vencedor no New Hampshire deverá ser o escolhido para concorrer às presidenciais de novembro.
Hillary Clinton apresenta-se como a candidata da experiência e ser a primeira mulher presidente dos Estados Unidos. No discurso de vitória, Clinton criticou George W. Bush, acusando-o de governar para as grandes empresas farmacêuticas, petrolíferas e seguradoras. Todos os jornais dos Estados Unidos declaram que a vitoria de Hilary foi graças às mulheres, que unidas no voto derrotaram, masssacraram Obama!!!
Tania Rocha

criado por Tania Rocha
10:34:14
Simone de Beauvoir, ícone feminista, envolvida em todos os embates intelectuais do século XX, completaria 100 anos no dia 9 de janeiro de 2008 - e continua, mais de duas décadas depois de sua morte, um modelo da mulher liberal moderna. Seu nome tornou-se definitivamente associado ao filósofo francês Jean-Paul Sartre, de cuja vida e militância compartilhou durante meio século. A autora de "O segundo sexo" influenciou várias gerações de mulheres, com idéias de desconstrução de convenções e análises da condição feminina.
Nascida em 9 de janeiro de 1908 em Paris, filha de uma família burguesa decadente, Simone tomou consciência da mediocridade dominante em seu meio já na adolescência. Aluna brilhante, estudou filosofia na Faculdade de Letras de Paris, onde, além de Sartre, entrou em contato com toda uma geração de intelectuais. A relação que então se estabeleceu entre os dois foi tumultuada e pontuada por "amores contingentes" e outros relacionamentos, como a que Simone manteve com o escritor americano Nelson Algren, que foi sem dúvida a paixão de sua vida. Mas o casal Sartre-Beauvoir durou até a morte e adquiriu uma aura mítica no mundo literário. Aos 21 anos, Simone de Beauvoir era a mais jovem professora de seu tempo. Lecionou filosofia e publicou seu primeiro romance, "A convidada" ("L'invitée"), em 1943, aos 35 anos.
No campo político, Simone acompanhou Sartre em grande parte de suas idéias, mas o feminismo foi a causa pessoal que abraçou e o terreno de atuação onde mais se destacou. "O segundo sexo" foi lançado em 1949, quando o termo 'feminismo' nem sequer havia sido cunhado. Seus capítulos sobre a sexualidade feminina escandalizaram a sociedade e provocaram enorme polêmica nos círculos literários. Traduzidos para 40 idiomas, os dois tomos da obra tiveram mais de um milhão de exemplares vendidos cada um. Mas Simone de Beauvoir queria, acima de tudo, ser reconhecida como escritora. Em 1954 foi homenageada com o prêmio Goncourt por "Os mandarins" ("Les mandarins"), tornando-se um dos autores franceses mais lidos do Ocidente. Seus livros autobiográficos, começando por "Memórias de uma moça bem-comportada" ("Mémoires d'une jeune fille rangée", 1958), no qual descreve a decadência financeira de sua família e seus esforços para escapar dos estigmas do meio burguês, a transformaram em uma figura central na vida intelectual francesa.
A fama foi usada para projetar sua militância política e feminista.
Simone morreu em 14 de abril de 1986. Mais de vinte anos depois, sua obra continua sendo discutida e "sua aura é ainda mais forte no estrangeiro do que na França, principalmente nos Estados Unidos", em cujas universidades o estudo de suas idéias ocupa lugar de destaque, afirma a ex-ministra francesa do Meio Ambiente, Huguette Bouchardeau, que acaba de publicar uma biografia da escritora ("Simone de Beauvoir", Editorial Flammarion). A biografia é um dos muitos livros editados na França por ocasião de seu centenário, entre os quais figuram também "Beauvoir dans tous ses états", de Ingrid Galster ("Beauvoir em todas as formas", Ed. Tallandier), "Castor de guerre", de Danielle Sallenave ("Castor de guerra", Ed. Gallimard), "Simone de Beauvoir, une femme de son siècle", de Marianne Stjepanovic-Pauly ("Simone de Beauvoir, uma mulher de seu século", Ed. Jasmin) e "Simone de Beauvoir. Le goût d'une vie", de Jean-Luc Moreau ("Simone de Beauvoir. O gosto de uma vida", Ed. Ecritures).
Fonte: AFP

criado por Tania Rocha
12:27:20
A primeira-dama argentinha, Cristina Fernández de Kirchner, que assume a presidência da República é a primeira presidente eleita da Argentina, mas não a primeira a ocupar o mais alto cargo do executivo argentino. Isabel Perón, a terceira mulher e vice-presidente do ex-presidente Juan Domingo Perón, chegou à presidência em 1974 após a morte do marido.
Esta é a lista de mulheres atualmente no poder no mundo:
Mulheres chefes de Estado:
- Índia: Pratibha Patil foi eleita em julho de 2007 presidente da Índia, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo no país. O poder executivo corresponde ao primeiro-ministro, mas o chefe de Estado tem uma certa influência na formação dos governos a nível nacional e local.
- Chile: Michelle Bachelet, eleita em janeiro de 2006, assumiu suas funções em março do mesmo ano, tornando-se a primeira mulher escolhida para encabeçar o Estado pelo voto universal no Chile e na América do Sul.
- Libéria: Ellen Johnson Sirleaf, primeira mulher eleita presidente no continente africano, prestou juramento em janeiro de 2006 para um mandato de seis anos depois de ganhar as eleições presidenciais da Libéria em novembro de 2005.
- Finlândia: Tarja Halonen foi eleita em fevereiro de 2000, tornando-se a primeira mulher presidente na história do país. Renovou seu mandato em março de 2006.
- Filipinas: em janeiro de 2001, a vice-presidente Gloria Arroyo foi nomeada chefe de Estado em substituição ao presidente Joseph Estrada, destituído por corrupção. Foi reeleita em 2004.
- Irlanda: Mary McAleese foi eleita em outubro de 1997 presidente da República, cargo ao qual foi reeleita em 1º de outubro de 2004.
Além disso, a ministra suíça das Relações Exteriores, Micheline Calmy-Rey, foi eleita em dezembro de 2006 pelo Parlamento federal presidente da Confederação Helvética para 2007.
Mulheres chefes de Governo:
- Alemanha: Angela Merkel, eleita chanceler em novembro de 2005, é a primeira mulher a ocupar a função na história do país.
- Nova Zelândia: Helen Clark sucedeu a Jenny Shipley, primeira mulher a ocupar o cargo de primeiro-minstro no país, em dezembro de 1999, à frente do Governo.
- Coréia do Sul: Han Myung-sook foi nomeada primeira-ministra em março de 2006, primeira mulher a ocupar o cargo na história do país.
- Moçambique: Luisa Diogo é primeira-ministra desde fevereiro de 2004.
No passado, outras mulheres foram chefes de Estado ou de Governo:
Chefes de Estado:
- Argentina: Isabel Perón sucede ao presidente Juan Domingo Perón, de quem era vice-presidente, após sua morte em julho de 1974. Foi derrubada por um golpe militar em março de 1976.
- Bolívia: Lidia Gueiler foi designada presidente interina em novembro de 1979. Foi derrubada em julho de 1980.
- Nicarágua: Violeta Chamorro foi presidente da Nicarágua entre 1990 e 1996.
- Equador: Rosalía Arteaga foi nomeada em 9 de fevereiro de 1997 pelo Congresso presidente interina. Saiu três dias depois.
- Panamá: Mireya Moscoso, viúva do caudilho populista Arnulfo Arias, foi presidente de 1999 a 2004.
- Letônia: Vaira Vike Freiberga foi presidente entre julho de 1999 e julho de 2007.
- Islândia: Vigdis Finnbogadottir, presidente de 1980 a 1992 (dois mandatos).
- Malta: Agatha Barbara ocupou a presidência do país entre 1982 e 1987.
- Irlanda: Mary Robinson presidiu a República entre 1988 e 1997.
- Filipinas: Corazón Aquino ganhou as eleições em fevereiro de 1986 e governou por seis anos.
- Sri Lanka: Chandrika Kumaratunga dirigiu o país durante 11 anos (1994-2005).
- Indonésia: Megawati Sukarnoputri presidiu o país de maioria muçulmana (90% da população) de julho de 2001 e outubro de 2004.
Primeiras-ministras:
- Sri Lanka: Sirimavo Bandaranaike foi a primeira mulher a ocupar o cargo no mundo. Ela exerceu a função em três períodos, de 1960 a 1965, de 1970 a 1977 e de 1994 a 2000. Deixou o posto aos 84 anos, dois meses antes do término de seu mandato, a pedido de sua filha, a presidente Chandrika Kumaratunga.
- Índia: Indira Gandhi governou a Índia por 11 anos e dois meses, de 1967 a 1984, quando foi assassinada.
- Israel: Golda Meir foi primeira-ministra de 1969 a 1974.
- Grã-Bretanha: Margaret Thatcher, a "dama de ferro", foi a única mulher a ocupar o posto na história do Reino Unido. Além disso, foi o governo britânico de maior duração no século XX: 11 anos e 209 dias (maio de 1979 a novembro de 1990).
- Portugal: Maria de Lurdes Pintasilgo foi primeira-ministra de julho a dezembro de 1979.
- São Tomé e Príncipe: Maria do Carmo Silveira foi primeira-ministra da ex-colônia portuguesa de junho de 2005 a abril de 2006.
- Dominica: Eugenia Charles fue primera ministra entre 1980 y 1995 de uno de los estados más pequeños del mundo, la Isla de Dominica.
- Antillas holandesas: Maria Liberia Peters dirigió entre 1984 y 1993 el gobierno de esta federación autónoma de seis islas del Caribe, vinculada a Holanda.
- Noruega: Gro Harlem Brundtland se convirtió en 1981 en la primera mujer al frente de un gobierno noruego. Fue reelegida dos veces: en 1986 hasta 1989 y en 1990 hasta 1996.
- Paquistão: em 1988, Benazir Bhutto tornou-se a primeira mulher na história moderna a governar um país muçulmano. Ela renuncia em 1990 e volta a ser primeira-ministra entre 1993 e 1996.
- França: Edith Cresson ocupou o cargo de primeira-ministra por pouco tempo: 323 dias (maio de 1991 a abril de 1992).
- Turquia: Tansu Ciller foi chefe de Governo entre 1993 e 1996, primeira mulher a ocupar o posto na história da Turquia.
- Bangladesh: Begum Jaleda Zia, viúva do presidente Ziaur Rahman, assassinado em 1981, foi primeira-ministra do país de maioria muçulmana de outubro de 2001 a outubro de 2006. Em março de 1991 ela havia se tornado a primeira mulher chefe de Governo em Bangladesh (1991-1996).
Entre os dois mandatos de Begum Jaleda Zia, Hasina Wajed foi primeira-ministra de Bangladesh de 1996 a 2001.
- Senegal: Mame Madior Boye, chefe de Governo entre março de 2001 e novembro de 2002.
Fonte: AFP

criado por Tania Rocha
20:51:04
Durante toda esta semana a Secretaria da Mulher de Londrina está realizando o curso de garçonete de eventos.Também estão sendo realizados outros cursos, palestras, teatros e oficinas temáticas. Todos os eventos fazem parte da programação da Campanha Municipal de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, iniciada no último dia 5 com término previsto para o dia 30, deste mês. A campanha refere-se ao Dia Internacional pela não Violência contra a Mulher, que é lembrado no dia 25 de novembro. A secretária da Mulher, Maria José Barboza, a Mazé, explicou que a campanha é importante porque promove neste mês e principalmente no dia 25, a reflexão sobre este problema social, e, segundo ela, é também uma oportunidade para a prefeitura apresentar as políticas publicas e os serviços de que dispõe para o enfrentamento contra a violência doméstica.
Um eixo destas políticas públicas, conforme a secretária, é o investimento na capacitação e qualificação, ou mesmo na iniciação à profissionalização da mulher, principalmente a que passa por situação de violência e que, muitas vezes, não consegue independência e permanece submetida ao agressor. "Acreditamos que a autonomia financeira é uma importante ferramenta na luta contra a violência, por isso estamos investindo em cursos profissionalizantes, para que as mulheres tenham maiores oportunidades de trabalho", informou a secretária. Até o final desta semana também está sendo realizado, em parceira com a Unopar, o curso de recreacionista infantil, no Espaço Mulher. De acordo com Mazé, cerca de 20 mulheres participam do curso que já conta com uma fila de espera.
A secretária lembrou ainda do curso de camareira de hotel realizado pela secretaria há dois meses, quando foram formadas mais de 40 mulheres e grande parte delas foram absorvidas pela rede hoteleira da cidade. "O curso de baby sister também surpreendeu. Hoje as participantes pensam em organizar uma cooperativa para atender a esta demanda na cidade", lembrou Mazé. A campanha iniciada no dia 5 deste mês já ofereceu o curso de Reaproveitamento de Alimentos; palestras sobre o papel da saúde no enfrentamento à violência contra a mulher; a participação na 1ª Conferencia Municipal da Promoção da Igualdade Racial; a peça de teatro: O Mala; e um bate papo com mulheres com o tema: Informações sobre a rede de serviços para o atendimento à mulher em situação de violência. Todos os eventos também estão sendo realizados para marcar a "Campanha Nacional de 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a Mulher" e contam com o apoio de instituições que atendem o chamado para esta conscientização.
Redação Bonde
Londrina

criado por Tania Rocha
10:53:41
A ativista norte-americana Erin Brockovich, famosa pela campanha vitoriosa contra uma grande empresa de energia dos Estados Unidos que causava poluição - episódio que inspirou um filme de grande sucesso com a atriz Julia Roberts no papel da protagonista -, obrigou uma empresa de eletrodomésticos na Nova Zelândia a retirar um anúncio publicitário tido como ofensivo às mulheres.
A campanha publicitária da "Bond and Bond", que pertence ao grupo Noel Leeming, foi denunciada por Erin devido a seu slogan que diz: "O governo disse que as geladeiras são melhores novas. Assim como as mulheres". Erin, que no momento é testemunha de uma nova campanha publicitária da Noel Leeming sobre eletrodomésticos amigos do meio ambiente, disse ao New Zeland Herald que os anúncios da Bond and Bond eram inoportunos e de mau gosto. "Telefonei para a central da Noel Leeming, que controla a Bond and Bond, e expressei minha indignação por aquela publicidade. Pedi que fosse retirada imediatamente e eles aceitaram", declarou.
"Estes tipos de publicidade não devem ser tolerados, mas agradeço a companhia por ter me escutado, por ter aceitado o erro e pedido desculpa", acrescentou Erin que quando jovem mãe solteira trabalhava em um escritório de advocacia quando desmascarou o gigante da energia Pacific Gas and Electric, que poluía o fornecimento de água de uma área residencial, assim como foi contado no filme de 2000. O diretor da Noel Leeming, Andrew Dutkiewicz, disse que a empresa recebeu 23 reclamações contra os anúncios. "A Bond and Bond produz campanhas publicitárias com um tom irreverente e descontraído mas a intenção e fazer sorrir e não ofender. Acredito que neste caso acabamos exagerando".
FONTE: ANSA

criado por Tania Rocha
20:16:40