Cinderela se rebela

Jornal feminino rochatania@libero.it

Cinderela se rebela

Jornal feminino rochatania@libero.it
<  Maio 2009  >
S T Q Q S S D
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Receba os posts
Terra Blog

Categoria: Videos

27.06.07

Alta velocidade associada a pênis pequeno

categorias: Comportamento, Videos

 

Uma nova campanha lançada pelo governo australiano associa o excesso de velocidade nas estradas ao tamanho do... pênis. Segundo a nova campanha, motoristas que dirigem em alta velocidade tomam essa atitude por terem o pênis pequeno, e estarem em busca de auto-afirmação. O vídeo do anúncio, intitulado "No one thinks big of you" ("Você não é grande coisa", numa tradução livre), mostra mulheres fazendo um gesto com o dedo mindinho após observar jovens correndo de carro. O gesto é utilizado para questionar a masculinidade do motorista.

De acordo com a Autoridade de Estradas e Tráfico (RTA) do governo do estado australiano de New South Wales, responsável pela campanha, a maioria dos jovens vê a velocidade como algo estiloso. É justamente essa imagem de "glamour" associada ao excesso de velocidade que o governo australiano quer combater. Em outra cena do vídeo, uma senhora repete o gesto, questionando a masculinidade do motorista que excede a velocidade (Foto: Reprodução/RTA)O objetivo da campanha é tornar o excesso de velocidade "socialmente inaceitável". De acordo com informações publicadas no site da RTA, mais de 220 pessoas morrem todo ano no estado de New South Wales por conta do excesso de velocidade, e mais de 4 mil ficam feridas.

Para a RTA, todos os anúncios relacionados a excesso de velocidade nas estradas no mundo costumam mostrar imagens de acidentes e mortes, e acabam sendo pouco efetivos, especialmente entre os jovens. O órgão acredita que os jovens assumem uma atitude "isso nunca vai acontecer comigo" quando vêem campanhas com essa abordagem. Por isso, a RTA decidiu investir em uma abordagem mais cômica e jovial do assunto, que falaria diretamente com o público-alvo que deseja atingir.

 

Clique aqui para assistir ao vídeo da campanha:

 

http://www.rta.nsw.gov.au/cgi-bin/player.cgi?flv=noonethinksbigofyou_low

 

Fonte: G1

 

03.03.07

Exploração sexual ainda é pouco denunciada

A exploração sexual infantil é um assunto que quando ganha destaque na mídia choca a população. O grande problema é que a maioria dos casos não chega ao conhecimento público e, o que é pior, nem mesmo é denunciado aos órgãos que cuidam da defesa das crianças e dos adolescentes. Em Londrina, infelizmente, a situação não é diferente da registrada em nível nacional. “Falta na comunidade a consciência de que a exploração sexual é um crime grave e que precisa ser relatado e combatido”, afirmou Télcia Lamônica de Azevedo Oliveira, coordenadora do programa Sentinela. O programa é desenvolvido pela prefeitura e tem participação das secretarias de Assistência Social, Saúde, entre outras, em convênio com o Núcleo Social Evangélico de Londrina (Nuselon). O programa atende crianças e adolescentes vítimas de violência sexual na cidade.

Criado no início de 2001, o programa já atendeu mais de 800 casos, a maioria de abuso sexual. “Hoje, estamos atendendo três meninos e 28 meninas envolvidas especificamente com exploração sexual. Pode parecer um número pequeno mas ainda assim é significativo”, disse a coordenadora. Para ela, esta é uma situação de difícil combate, especialmente, porque as causas que levam as crianças e jovens à prostituição são muito variadas. “Há casos em que as crianças vivem nas ruas e acabam sendo obrigadas a isso. Em muitas situações estão envolvidas com drogas o que, aliás, é uma questão que anda muito ligada à exploração sexual.”

Outro problema são as casas e estabelecimentos comerciais que acabam promovendo e incentivando este tipo de crime, com a cumplicidade de freqüentadores. “Sabemos que existe gente séria cuidando de boates e casas de shows, mas há outras que contratam mesmo sabendo que são menores de idade”, comentou. Nestes casos, conforme ela, é muito importante a participação da sociedade. “Às vezes, a pessoa está em um lugar e percebe que há crianças e jovens sendo explorados. Quando isso acontece, elas podem ligar para a gente, sem precisar de identificar e relatar o local e o que presenciaram”, aconselhou.

Quando se trata de estabelecimentos comerciais ou mesmo residências onde há aliciamento de menores, o trabalho de investigação é coordenado pelo serviço de inteligência da polícia, acompanhado por representantes dos programas Sentinela e Sinal Verde, do Conselho Tutelar e da Promotoria da Vara da Infância e Juventude. “O trabalho da polícia é detectar se há mesmo a presença de crianças e adolescentes nesses locais. Se a denúncia for confirmada a gente já faz a abordagem dos jovens”, afirmou Télcia Oliveira. Bem Parana

Video:   http://www.youtube.com/watch?v=JcqvIuBH8HI

 

05.01.07

Brasil: trabalho escravo

categorias: Videos, Absurdo

O documentário "Correntes" foca as experiências dos que combatem a escravidão nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. Ele apresenta as experiências e o cotidiano dos representantes da sociedade civil, de instituições e de entidades governamentais - desde auditores fiscais do Ministério do Trabalho até ativistas dos direitos humanos - enquanto tenta refletir sobre as vitórias e desafios do combate à escravidão.

Os novos abolicionistas são os personagens que apresentam e explicam as situações de exploração da mão-de-obra e de trabalho escravo que ocorrem no Brasil - e mostram como combatê-las. Cada capítulo do documentário trata de uma etapa da cadeia de eventos que leva à escravidão pela visão de um desses personagens. São eles que dialogam com os trabalhadores libertos, que articulam as estratégias de combate à escravidão, que sofrem os riscos e as ameaças e comemoram as pequenas vitórias cotidianas.

Domigas, uma líder comunitária que lida com a pobreza cotidiana em uma das regiões de origem dos trabalhadores escravizados, reúne-se com outras mulheres que aguardam o incerto retorno do marido das fazendas na fronteira agrícola, na tentativa de encontrar soluções economicamente sustentáveis para interromper a migração. Dom Casaldáliga relembra o início da "contra-corrente" que resultou de suas pioneiras denúncias contra a escravidão durante a ditadura militar dos anos 70. Hoje, outros grupos floresceram ao seu redor, lidando com novos desafios enquanto dão continuidade a luta contra o trabalho escravo.

Por último - um feito inédito - o documentário segue os passos de um trabalhador liberto de uma fazenda pela fiscalização federal. Antônio viaja de volta para sua cidade-natal depois de cinco anos rodando o Brasil em busca de emprego, e reencontra sua família emocionada pela surpresa. Entretanto, a felicidade da reunião é logo seguida pela frustrante falta de perspectivas enquanto ele planeja seu futuro no meio da paisagem devastada pela miséria - num retrato dos desafios que ainda restam para o combate ao trabalho escravo.      http://www.reporterbrasil.org.br/

Veja o video sobre a escravidão no Brasil:

http://www.youtube.com/watch?v=RXJHWNOlBKQ

 

04.01.07

A crueldade do deus machista

Parisa, Iran, Khayrieh, Shamameh, Kobra, Soghra e Fatemeh

A tua assinatura é muito importante para tentar salvá-las.

A Anistia Internacional está pedindo uma Ação Urgente:

Subscreve a Carta:

http://www.es.amnesty.org/especial/lapidacion-iran/firma2.php

ao Líder da República Islâmica do Irão pedindo a imediata comutação da pena de morte por lapidação destas sete mulheres. Com esta campanha, a Anista Internacional junta-se e apoia o esforço de um grupo de mulheres ativistas iranianas que estão trabalhando para acabar com a lapidação no seu país.

Video da lapidaçao de duas mulheres condenadas por adultério:

http://www.youtube.com/watch?v=XOTaRJGPniQ

 

01.08.06

Menina de 16 anos executada

Um documentário da BBC revelou uma série de erros no julgamento islâmico que levou à execução da adolescente Atefah Sahaaleh, de 16 anos, por enforcamento em praça pública no Irã. Atefah foi morta no dia 15 de agosto de 2004 por "crimes contra a castidade". O jornal estatal a acusava de adultério e afirmava que ela tinha 22 anos. O fato era que ela tinha apenas 16 e não era casada.

Na época do enforcamento de Atefah, na cidade de Neka, a jornalista Aiseh Amini ouviu rumores de que ela era apenas uma adolescente e resolveu descobrir mais sobre o caso. "Quando encontrei a família, eles me mostraram a certidão de nascimento e de óbito. Ambos diziam que ela havia nascido em 1988. Isso me deu legitimidade para investigar o caso", disse Amini.

Vida conturbada
Atefah teve uma infância conturbada. Sua mãe morreu quando ela tinha quatro anos e o pai se tornou viciado em drogas em seguida. Ela foi criada pelos avós, que segundo relatos eram distantes e não demonstravam nenhuma afeição a ela. Numa cidade como Neka, sob controle das autoridades religiosas, Atefah era considerada suspeita.

Foi uma questão de tempo até ela chamar a atenção da "polícia moral", um braço da Guarda Revolucionária Islâmica, cujo trabalho é reforçar os valores do código islâmico nas ruas do Irã. Ao lado de assassinato e tráfico de drogas, sexo fora do casamento é um crime capital no Irã.

Para assistir o video da execuçao da menina, clique aqui:

http://video.google.it/videosearch?q=Atefah+Sahaaleh