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Raúl Castro prometeu manter a economia cubana "dentro do socialismo" e fez uma série de referências a seu irmão Fidel Castro durante discurso de posse neste domingo, após ser escolhido pela Assembléia Nacional como novo Chefe de Estado de Cuba. O general de 76 anos já exercia interinamente o cargo há cerca de 19 meses, devido aos problemas de saúde de irmão, que culminaram em sua renúncia na última terça-feira e o início do processo de "renovação" da cúpula de poder cubana. Considerado favorito para suceder Fidel, Raúl tornou-se o virtual novo presidente quando encabeçou a uma lista única de candidatos apresentada à Assembléia, que ratificou a cédula e o elegeu novo mandatário da ilha. Aos "agoureiros internacionais da morte da revolução", Raúl disse que começou a apontar suas propostas de mudança, em discurso de 26 de julho de 2007, como parte de um "debate crítico dentro do socialismo".
E isto significa que nada mudara, porque este ditador e assassino não abandonara jamais o poder. Mantém com punho de ferro a ilha da fantasia comunista e vende suas crianças e adolescentes para os estrangeiros com o turismo sexual. Seria à isto que ele se refere quando fala de "revolução?".
Tania Rocha

criado por Tania Rocha
15:27:10

Estou com uma pagina nova de informação para a mulher. Estou direcionando as noticias e artigos desta pagina para o meu novo blog. Visite o meu novo BLOG:
http://tanianienkotterrocha.blogspot.com/
Na proxima semana voce podera acompanhar um video semanal com as noticias mais importantes do mundo feminino.
Tania Rocha

criado por Tania Rocha
12:26:48
Pesquisa realizada pelo Departamento de Saúde Pública da Ufma revela um quadro preocupante sobre a violência doméstica sofrida por crianças de São Luís. Os números preliminares apontam que 85% das crianças estão em situação de violência doméstica na primeira infância (período que vai dos três aos seis anos de idade). Além disso, 72% não têm o nome do pai no registro e 69% recebem assistência de irmãos mais velhos, avós maternos ou vizinhos para que a mãe possa trabalhar. Os dados parciais foram coletados em 18 bairros da periferia. O projeto visitou 500 lares e entrevistou 170 professores da rede pública de ensino e 200 agentes de saúde que atuam nas comunidades estudadas.
Em relação aos professores, 70% deles comunicam a direção da escola quando suspeitam que um aluno esteja sofrendo violência doméstica. A pesquisa constatou ainda que 30% deles chamam os pais ao colégio para conversar sobre o fato, mas 90% desconsideram a possibilidade de comunicar o ocorrido ao conselho tutelar do bairro. 62% dos educadores afirmam que não denunciam a violência doméstica para “proteger” ou “para não desfazer” um núcleo familiar. Entre os agentes de saúde, esse índice foi de 68%. Todos os professores e agentes de saúde entrevistados temem represálias do suspeito de agressão.
Para a orientadora da pesquisa, Artenira da Silva, a solução para o problema é trabalhar diretamente com os educadores. “Estamos trabalhando com multiplicadores da Secretaria Municipal de Educação e 100% dos docentes demonstraram interesse pelo tema”. Segundo o estudo, entende-se por violência “qualquer forma de mau trato físico e emocional, abuso sexual, negligência ou tratamento negligente, ou exploração comercial, ou qualquer outro tipo de exploração que resulte em danos reais ou potenciais à saúde no contexto de uma relação de responsabilidade, poder ou confiança da criança com um adulto”.
Fonte: Jornal Pequeno

criado por Tania Rocha
12:21:37![[prigione1.jpg]](http://bp2.blogger.com/_QMhtr8UTFe0/RxYlHp14BoI/AAAAAAAAAps/IKfdjefeAw8/s1600/prigione1.jpg)
Uma operação policial foi montada para a saída dos presos. O comboio seguiu da Casa de Custódia para a audiência no Fórum de Palmas. No total, 27 condenados ganharam o direito de sair da cadeia e seis vão cumprir o resto da pena em regime semi-aberto. Os presos soltos nesta terça-feira foram condenados por tráfico de drogas, por estupro, por roubar e matar. Para o juiz que determinou a saída deles, a decisão é para fazer Justiça. Outros condenados pelos mesmos crimes já tinham conseguido a liberdade com ajuda de advogados.
Os presos se beneficiaram de uma decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou a exigência de condenados por crimes hediondos de cumprirem toda a pena na prisão. “Uma série de outros condenados que praticaram crimes hediondos já estão na rua há muito tempo. Eles deveriam cumprir um tempo maior na prisão. Agora, os tribunais pacificaram esse entendimento. É um sexto e não tem mais como você dialogar”, disse o juiz Luiz Zilmar dos Santos. Depois da decisão do Supremo, o Congresso aprovou, no ano passado, uma lei determinando que os condenados por crimes hediondos cumprissem 2/5 da pena antes de voltar às ruas. Porém, a nova regra só vale para quem foi condenado depois que ela entrou em vigor.
“Nada mais justo, moral e legal do que aplicar também àqueles que não tiveram acesso a nenhum advogado constituído e nenhum defensor. Eles também podem ser beneficiados com a progressão do regime aberto e com o cumprimento de 1/6 da pena”, afirmou o promotor Fábio Lang. O advogado criminalista Eder Barbosa, que trabalhou pela condenação de autores de crimes hediondos, criticou a libertação dos presos. "O Supremo não manda soltar essas pessoas. Estão cometendo outro crime, que é o de irresponsabilidade".
Fonte: G1

criado por Tania Rocha
12:03:42