Cinderela se rebela

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Terra Blog

Arquivo de: Setembro 2007

30.09.07

Fechada casa de prostituição e resgata adolescente

categorias: Prostituição

 

 

Uma operação que envolveu as polícias Civil e Militar, o Ministério Público e o Conselho Tutelar, na quinta-feira à noite interditou uma casa de prostituição, em Porto Murtinho, cidade à beira do Rio Paraguai e na fronteira com o país que dá nome ao rio. No local, chamado Casa de Shows Pantanal, havia cerca de 50 mulheres e foi encontrada, ainda, uma adolescente de 15 anos, de Campo Grande. A interdição da casa foi determinada pela Justiça, por causa da presença da adolescente, que configurou o crime de exploração sexual infanto-juvenil. O dono do estabelecimento, Fernando Saturnino, foi preso, junto com o gerente, Duarte Augusto, um ex-integrante do órgão municipal responsável pela promoção do turismo na cidade, focado na pesca e, historicamente, ligado à exploração de mulheres, “oferecidas” aos pescadores que vão para a região.

A adolescente resgatada foi trazida para Campo Grande, segundo as informações do Conselho Tutelar de Porto Murtinho. Aqui, foi entregue à família. Segundo foi apurado, a jovem fugiu de casa, e teria ido para Porto Murtinho por intermédio da irmã, maior de idade, que já teria trabalhado como prostituta no local, onde não estaria mais. A mãe estaria disposta a mudar de casa para evitar represálias, por causa do fechamento da casa.

Segundo as informações de conselheiros tutelares de Porto Murtinho, a investida é a primeira deste ano contra casas de prostituição. Outras podem ocorrer, mas não são divulgadas, para não atrapalhar as investigações. Na Polícia Civil, não foi informado qual será o destino do empresário e do gerente presos. Eles também podem ser indiciados por outro crime, o rufianismo, nome jurídico para cafetinagem, ou seja, a exploração de mulheres que vendem o corpo. Para esse crime, a pena é de até 5 anos. Para a exploração sexual infanto-juvenil, a lei prevê punição com reclusão de até 10 anos.

 

Fonte: Campo Grande News

 

Assassinada com 14 facadas na rua

 


A doméstica Viviana da Silva Lima, 26, foi assassinada com golpes de faca ontem, por volta das 10h30min, na frente de um cunhado, na rua Alferes José Agostinho, no bairro Mecejana. O mecânico Elias Monteiro, 32, ex-marido dela, foi o autor do crime. Até às 20h00 da noite de ontem ele não tinha sido preso. O caso está sendo investigado por agentes da Delegacia de Defesa da Mulher e da Delegacia-Geral de Homicídio. Conforme a delegada Giuliana de Castro, o crime pode ter sido premeditado pelo homicida e tem característica de passional.

Segundo a polícia, Viviana levou 14 facadas pelo corpo inclusive pelas costas e chegou a ser levada ao Pronto Socorro Francisco Elesbão, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A faca usada pelo assassino foi encontrada à tarde pela equipe da DDM próximo do local do crime, em um terreno baldio. O crime ocorreu na frente da oficina onde o mecânico trabalhava e da casa de dois policiais, um civil e um militar. Esse último chegou a ouvir a vítima gritar por socorro e, quando saiu na rua, viu o assassino correndo em direção à avenida Ataíde Teive. O policial disse que voltou para dentro de casa para pegar sua moto e, quando foi atrás do homicida, ele já havia desaparecido.

O cunhado de Viviana, casado com a irmã dela, que se identificou apenas com o primeiro nome, Enoque, contou que a vítima estava separada de Elias há um mês e ele não aceitava a separação. Ontem, pouco tempo antes do crime, ele ligou para ela pedindo que fosse lhe encontrar para conversar e marcaram o encontro na frente da oficina. Receosa, ela pediu que o cunhado lhe acompanhasse e esse a levou de bicicleta.

“Eu fiquei próximo montado na bicicleta esperando eles conversarem. Em seguida, ouvi quando Elias disse que estava naquela situação por causa dela. Depois, ele puxou a faca da cintura e começou a esfaquear a Viviana”, contou a testemunha, acrescentando que, com medo de ser morto também, saiu do local e ainda ouviu a cunhada pedir socorro, mas disse que não podia fazer nada já que o mecânico estava com a faca na mão. Ele foi direto para casa contar para a mulher que a irmã dela tinha sido assassinada.

Fonte: folhabv

 

Vídeo mostra violação de menina de 5 anos

categorias: Pedofilia

A menina tem entre quatro a cinco anos e é vítima de abusos sexuais.   O vídeo é de meia hora e revela claramente os actos sexuais que o pedófilo a obrigou a praticar

A menina tem entre quatro a cinco anos e é vítima de abusos sexuais. O vídeo é de meia hora e revela claramente os actos sexuais que o pedófilo a obrigou a praticar.

Num vídeo chocante, entregue à polícia do estado norte-americano do Nevada, vê-se um homem em actos sexuais com uma menina que aparenta ter quatro ou cinco anos. Na mesma fita aparece uma outra criança, com dez ou 12 anos, que não é submetida a abusos. Esta última foi encontrada, está bem e as autoridades norte-americanas procuram agora a outra e o pedófilo.

 

“Imaginem o pior cenário que puderem entre uma criança e um homem pedófilo. Pois aconteceu isso e muito mais.” É desta forma que David Boruchowitz, detective da polícia de Nye, uma localidade perto de Las Vegas, descreve o vídeo. O investigador adianta que o pedófilo foi identificado como Chester Arthur Stiles – procurado por abuso sexual de uma menor –, mas ainda não se sabe quem é a menina, a quem no vídeo chamam ‘Madison’. A polícia, que receia pela vida da criança, divulgou imagens dela e do pedófilo na esperança de que alguém os conheça contribua nas investigações.

Darren Tuck foi o homem que entregou o vídeo à polícia no passado dia 8, depois de um outro indivíduo o ter denunciado. Tuck – que está detido por posse e promoção de pornografia infantil – contou aos agentes que encontrou o vídeo no deserto há mais de cinco meses. Os investigadores afirmam que o vídeo foi feito há menos de dois anos e não revela sinais de ter estado exposto ao ar livre. Não se sabe onde a menina foi encontrada, apenas que o vídeo em que ela aparece foi feito em Nye.

 

Fonte: Correio da Manha


29.09.07

Dia de Luta pela Descriminalização do Aborto

categorias: Aborto

 

 

Manifestantes reuniram-se na tarde de hoje (28) no centro de São Paulo em um ato organizado por entidades feministas em defesa da descriminalização do aborto no país. Foi o principal evento do Dia de Luta pela Descriminalização do Aborto na América Latina e no Caribe na capital paulista. Mas ações semelhantes estão programadas em vários estados do país. As ativistas fizeram batucada, panfletagem e discursos políticos em defesa do direito das mulheres de interromper a gravidez com assistência médica.

“O aborto inseguro é a quarta maior causa de morte materna [no Brasil]. Se a gente legalizar o aborto, vai reduzir as mortes maternas e as seqüelas para a saúde das mulheres”, afirmou a secretária-executiva do Comitê de Luta pela Legalização do Aborto Dulce Xavier, que também integra o grupo Católicas pelo Direito de Decidir. Mesmo considerado crime, as mulheres não deixam de fazer. A única forma de reduzir essa prática insegura é legalizando o aborto. Isto é, deixar de ser crime e o sistema de saúde pública passar a atender essas mulheres”.Ela também defendeu políticas efetivas de planejamento familiar e maior acesso a métodos anticoncepcionais. “As mulheres ainda têm dificuldade de acesso a métodos contraceptivos. Temos índices de violência domésticas muito altos – fazendo com que a mulher não tenha condições de negociar o uso do preservativo”.

Xavier também informou que grupos favoráveis e contrários ao aborto devem se reunir no dia 10 de outubro numa audiência no Congresso Nacional. Em pauta, estaria a discussão do Projeto de Lei de 2005 que garante a realização do aborto em hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde. “Nós temos de ter políticas sérias de prevenção, mas quando a mulher precisa interromper a gravidez, ela deve ser atendida na saúde pública. E, para isso, tem de mudar a lei”. Segundo ela, os manifestantes buscam dialogar com a sociedade e com o governo, embora ela tenha se manifestado contrária à realização de um plebiscito, pois considera que a questão deve ser tratada apenas na esfera da saúde pública.

“Não é um tema para ser decidido em um plebiscito, porque é uma questão de decisão íntima da mulher. Quem tem de decidir sobre a maternidade é a mulher. Como a população pode tomar decisão sobre meu corpo?”. Em abril, o ministro da Saúde José Gomes Temporão defendeu a realização de um plebiscito para que a população decida sobre o tema. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ser contra o aborto como cidadão católico, mas defendeu que o Estado tenha uma política pública “adequada” para as mulheres que enfrentam uma gravidez indesejada. Em maio, um relatório da Federação Internacional de Planejamento Familiar estimou que são realizados cerca de um milhão de interrupções de gravidez de forma insegura a cada ano no Brasil, o que gera quase 700 internações por dia no Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de complicações, a um custo total de quase R$ 33,7 milhões.

Fonte: Agencia Brasil

 

Divórcios crescem mais do que casamentos

categorias: Comportamento

 

A Síntese de Indicadores Sociais divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que crescem o número de casamentos e o de divórcios. O total de casamentos realizados no país vem crescendo. Entre 2004 e 2005, por exemplo, o crescimento foi de 3,6%. O levantamento traz considerações sobre os divórcios, que em 2005 cresceram 7,4% em relação ao ano anterior. A maior parte dos casos em que essas dissoluções ocorreram de forma não-consensual foi motivada por condutas de violação do casamento, como a prática da violência doméstica, e requeridas por mulheres (45%).

De acordo com o estudo, existe diferença entre os gêneros no registro das uniões principalmente na faixa etária mais elevada. Os idosos, homens com 60 anos ou mais, casam-se quatro vezes mais que as mulheres nessa mesma faixa etária. Enquanto a taxa de nupcialidade legal para elas é de 0,8%, para eles é de 3,3%. Outra tendência confirmada pelo estudo é a hegemonia das mulheres na guarda dos filhos menores. De cada dez casos, em nove a responsabilidade foi concedida às mulheres.

 

Redação - InvestNews